O trem partiu pra longe, sem saber aonde, ele vai parar
Vai tocando pra frente, não sabe até onde pode chegar
Pelos trilhos da vida sempre buscamos uma estação
Estação escondida bem lá no fundo do coração
Vagões vagando tristes, sem luz no escuro, a procurar
Perdidos em paixões, que a própria morte pode tirar
O presente, presente, muitos não querem receber
Em trilhos do passado ou do futuro a percorrer
Seguindo o nosso maquinista da vida, sereno e constantemente, Esse trem segue devagar
Com esse jeito meu matuto e tranquilo, sem pressa e
Com um sorriso
Esse trem segue devagar
Seguindo em busca da estação escondida, com fé e paciência, Esse trem segue devagar
No rio a água da nascente que pinga percorre quedas e curvas, Mas sempre chega no mar
Mas sempre chega no mar
compositores: João Leonardo Evangelista Violante
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